What?

As minhas formigas falam inglês. E seguem aprumadinhas umas trás das outras, mesmo que seja num fio, sobretudo num fio verde e estreito. Enfim… há umas mais apressadas que resolvem passar por baixo e… what a hell is this?

Melhor do que fotografar jóias é fotografar pérolas e formigas. Melhor do que isso tudo é fazer as fotografias e pensar que há momentos raros e felizes na vida de uma mulher investigadora e editora de manuscritos seiscentistas e por aí adiante.

Esta é uma das fotografias que mais gosto. Por agora. Opiniões?

formigas

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7 Comments Add yours

  1. Pingback: What? « In Limina
  2. Não gosto de fotografias de formigas, porque não gosto de formigas ! Digo isto não pela invasão que me fizeram em tempos a um açucareiro ou pelo assalto à minha carcaça com doce de abóbora que trazia na mochila. Não gosto de formigas porque me levam a uma história que a minha avó me contava e que me fazia chorar, em criança – ” …eu sou a formiga rabiga que te salto em cima e te furo a barriga…”.
    No meio de um pequeno desejo de boa sorte às perolas ( bem precisam ao pé de tanta formiga ), outro maior para que esses momentos raros de felicidade de uma investigadora se multipliquem, se possível tão rápido quanto as formigas ! Beijinhos Sara !

  3. Também já tive as minhas invasões. Nunca me enraiveci muito porque sempre as achei simpáticas. Já me invadiram o doce, sim! Tirei-as e comi o resto… já dei com a minha sobrinha sentada em cima de uma fileira delas, a subirem-lhe pelos braços. Pensas que se aborreceu? Comeu-as. É de família. 🙂
    Um abraço, José. Sabes que escreves muito bem?

  4. Abraço retribuido Sara. Obrigado pelo elogio. Tento escrever colocando sempre um pouco de coração, tal como faço em quase tudo na vida. Criei uma Empresa, em 2013 celebramos 15 anos, na área da Consultoria Empresarial – A Visar – e tenho tentado ( e penso que conseguido ) valorizar e reforçar a componente humana em colaboradores, clientes e fornecedores, coisa preciosa hoje em dia. Tenho aprendido, com a idade, a absoluta importância de fortalecer ou refortalecer laços como forma de facilitar objectivos profissionais e pessoais, mas sempre de uma forma genuína, sem fretes !
    Sabes Sara, passamos a vida a separarmo-nos das pessoas de quem gostamos pelos mais diversos motivos – distância geográfica, morte, etc. Cada vez estou mais convencido de toda a carga de esforço feita para evitar essa separação será o nosso melhor tónico para um futuro que é cada vez mais incerto e curto.
    Abraços !

  5. Boa resposta, José! Agora só espero que gostes mais da fotografia do que há umas horas atrás! Outro abraço!

  6. nina luz diz:

    vá-se lá perceber as coisas… a mim a história da formiga rabiga fazia-me chorar de rir (provavelmente porque acompanhada das indispensáveis cócegas na barriga)! bonita foto, bonitas formigas – de que também gosto. como gosto do seu blog, e da sua escrita. xx

    1. Sara Augusto diz:

      Nina luz (nome bonito…), a formiga rabiga é mesmo um clássico! A fotografia surgiu de um olhar mais atento a um canto do parque de estacionamento! Volte. Vou visitá-la, logo, logo. Abraço.

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