Little sun

*** Às vezes dura menos de um segundo aquele olhar sobre as coisas. O segundo olhar é mais demorado… calcula, avalia, ensaia e deleita-se. Sei que vou conseguir uma fotografia que me agrada quando sinto esse deleite dentro de mim. É assim como um contentamento antecipado de uma coisa boa, de um acontecimento esperado, uma…

Cerejas

*** Não eram só perfeitas… eram também doces e suculentas. Como a amizade.

Livraria alfarrabista

*** Comprava livros num alfarrabista quase no cimo da Rua do Comércio onde passava todos os dias. Contava os trocos que sobravam da mesada e pedia ao dono para mos guardar quando não podia comprá-los. Ele não guardava… mas costumavam estar lá quando eu voltava. Não eram caros, nem eram edições boas, nem antigas, nem especiais,…

Sala de São Pedro

* ** A Sala de S. Pedro, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, costume ser palco de conferências, palestras e exposições. A última conferência a que assisti neste espaço foi proferida pela professora Gilda Santos, coordenadora-geral do pólo de pesquisa do Real Gabinete Português de Leitura.  Fica-lhe prometida uma série de fotografias com outros ângulos da…

O voo das andorinhas II

*** No dia 25 de abril, na Praça 8 de Maio, em Coimbra, a Academia de Dança do Centro Norton de Matos apresentou uma hora de dança, com interpretações dos seus bailarinos, dos mais meninos aos mais velhos. Fiz uma selecção das minhas fotografias preferidas.

Ut pictura

*** Estava lá, num canto da fotografia. Passou a ser a fotografia. Há qualquer coisa de magia nisto. Concerto de Daniela Mercury, 9 de maio 2014, Queima das Fitas, Coimbra.  

Gilda Santos

*** Hoje, na Sala de S. Pedro, na Biblioteca Geral, teve lugar uma palestra proferida pela professora Gilda Santos sobre os “Estudos Portugueses no Brasil”. A professora Gilda foi apresentada pelo director da Biblioteca, o Professor José Augusto Cardoso Bernardes, acompanhado por docentes e alunos da Faculdade de Letras. Conheci a Gilda no Rio de Janeiro, quando…

Sobre o desengano barroco

*** La perspectiva de desengaño se fundamenta en el tiempo y la muerte. Se siente la angustia del existir como camino hacia la muerte: «sepultura portátil» llamará Quevedo al cuerpo. La vida es un sueño; la apariencia de riqueza y poder, una vanidad. Ignacio Arellano, «Introducción» a Poesía del Siglo de Oro (Antología), Madrid, Editex, 2009, 11….